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quinta-feira, 27 de julho de 2017

CONTRA A INVEJA... MARCHAR, MARCHAR!


A paranóia colectiva dragarta continua em grande, até os miúdos vendidos pelo Benfica para os grandes clubes europeus não escapam à paranóia dos jornaleiros rascas da praça nacional... a perseguição ao Renato Sanches é já um clássico, quando tem uma falha num jogo é notícia de destaque mas quando faz uma grande exibição ninguém fala nisso, pelo menos em Portugal, já que lá por fora é notícia nos mais variados sites desportivos de referência europeia... Gonçalo Guedes foi notícia porque tinha jogado pouco no PSG, era mais um flop diziam a uma só voz, mas nesta madrugada marcou um golo à Juventus, são 11h da manhã e notícia disso nem vê-la... os dragartos a cada notícia do Benfica inundam os comentários dos jornais digitais com ataques asquerosos e doentios... não é paranóia, é algo muito pior do que isso, é inveja, que não é doença, é mesmo o estado de espírito dos dragartos!

Os comentadores da treta das televisões portuguesas continuam na sua saga de tentativa da descredibilização concertada do Benfica, o Tetracampeão continua a ser maltratado e gozado nos mais diversos canais generalistas, não aprendem e mais uma vez este ano estão orgulhosamente a dar o favoritismo aos dragartos, ouvi-los a falar da super equipa dos lagartos e da falida equipa dos corruptos dá vontade de rir... mais uma vez este ano ficamos a saber de forma concertada que o Benfica tem o plantel mais fraco dos supostos três grandes e se querem que vos diga, é mesmo assim que eu gosto de os ver, na LagartosTV depois de vencerem o Mónaco até disseram que têm equipa para chegar pelo menos ás meias-finais da Champions League... enfim, veremos se se conseguem qualificar para a competição.

A cada ano que passa mais longe ficam do Benfica, o desespero é evidente mas a carneirada continua a assobiar para o lado e a andar mais preocupada com o que se passa no Benfica em vez de andar preocupada com o que se passa nos seus clubes... o universo Benfiquista está mais motivado do que nunca, unido e ainda com mais força para as novas conquistas... o P3N7A é o novo objectivo do Benfica e juntos caminharemos contra tudo e todos... preparem-se que esta quase a começar.

16 comentários:

  1. Grande Papoila, estamos a lançar um novo projeto: www.epluribusunum.pt
    Querem trocar links? Se sim, adicionem este https://1904epluribusunum.wordpress.com/feed e passem por lá.
    Abraço!

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  2. Projetos do Benfica e decisões estratégicas – parte 1

    Estas notícias e outras de igual calibre, em que só têm como objetivo a desinformação, pensando estes “jornaleiros” que estão a criar opinião nos portugueses e mais concretamente nos benfiquistas, mas não a única situação que criam é a da sua total descredibilidade.
    E vou usar como exemplo a situação em que o ainda dirigente do sporting cuspiu no presidente do Arouca, para mostrar o que quero dizer, quando as imagens foram postas á vista de todos, mesmo sem som, os “jornaleiros amestrados” tentaram, sem sucesso dizer que não foi cuspo mas fumo “eletrônico”, ora como eu tenho olhos, vi que era cuspo e como eu vi também todas as pessoas do universo viram, como viram os jornalistas estrangeiros, em que pude testemunhar isso mesmo em canais e publicações estrangeiras, em que obviamente todos se riram da situação em se tornou o sporting e as instâncias que regulam o futebol português, e para comprovar isso mesmo, aí está a decisão dos organismos que tutelam o futebol de que não foi cuspo descredibilizando-os também a eles.
    Isto tudo está a acontecer por causa de um indivíduo que apareceu de paraquedas no futebol e que ninguém sabe quem é, a não ser que já deu variados “calotes” fora do futebol na sua vida privada.
    Aliás vou usar uma frase recente e utilizada pelo ex-diretor desportivo do sporting ,“mas quem é o bruno de carvalho?”, e é a este ”gajo” que as instâncias do futebol nacional estão subordinadas, quanto ao poder político não se passa nada, como com o anterior “gajo” pintainho da costa, supostamente não se passou nada eles têm esperança que com este também não aconteça nada, o problema é que ao contrario do outro estamos num período completamente diferente, o mundo muda, naquele tempo a Internet estava a dar os primeiros passos, e a televisão tinha outro impacto e a Europa e Portugal eram socialmente e politicamente diferentes, como é óbvio.

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  3. Projetos do Benfica e decisões estratégicas – parte 2
    Hoje e como não estou interessado em ouvir “jornaleiros” pouco sérios e totalmente descredibilizados é na Internet que leio as minhas notícias e que se quiser saber o que me interessa e não o que me dão a comer, posso faze-lo e comer o que me interessa, quanto a esses “jornaleiros”, e porque o mundo muda estão a torna-se em “dinossauros”, e o que é que aconteceram aos dinossauros? Extinguiram-se.
    Segundo o bruninho também não tinham de pagar á doyen, o problema é que não foi como ele disse, é óbvio que ele sabia que estava a mentir, mas os “carneiros”, mamaram tudo como também mamaram agora quando ele voltou a insulta-los com a situação da “put*” da gala, das duas uma ou eles são mesmo “carneiros” ou gostam.
    É por causa de situações como esta e de jornalistas como estes que vou abordar alguns projetos do Benfica e de decisões estratégicas, como é a Benfica TV ou BTV mais profundamente.
    Projetos do Benfica e decisões estratégicas
    Entre os muitos projetos do Benfica, a BTV ou Inicialmente Benfica TV, foi uma pedrada no charco quando surgiu.
    Na altura era a Olivedesportos (empresa detida por Joaquim de oliveira, um dos maiores aliados de pinto da costa e do futebol corruptos do porco) que impunha as leis, quem não se lembra de uma entrevista do seu irmão António Oliveira (antigo acionista e um dos donos da empresa) em que abordou o assunto, é de lembrar que foi com o dinheiro deste que ele começou neste ramo, depois de voltar de África sem bens.

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  4. Projetos do Benfica e decisões estratégicas – parte 3
    Como era o Joaquim de oliveira que decidia de acordo com os seus interesses, ao invés de através das leis de mercado em que o Benfica tem mais adeptos, logo mais telespectadores, logo deve receber mais dinheiro das transmissões, mas não, era o futebol corruptos do porco que recebia o dobro do Benfica.
    Esta informação consegue-se através de estudos de mercado entre eles as sondagens, algumas das empresas que requereram estudos de mercado por exemplo a NOS, o próprio sporting (devia duvidar do número de adeptos que o Benfica tem ou então devia achar que tinha mais, como é óbvio enganou-se), a liga portuguesa de futebol, a própria UEFA, etc., só para citar alguns.
    Vou só lembrar o instituto nacional de estatística em que fez uma sondagem, feita há uns anitos bons, para saber qual era o clube que tinha mais adeptos no Porto, vindo-se a saber que era o Benfica, isso explica porquê que o pinto da costa queria tirar o Rui Rio da câmara do Porto e não conseguiu (quem é não deixava ir á varanda da câmara comemorar títulos?), é de lembrar o pôncio monteiro vir para a televisão dizer isto precisamente, os resultados é que não foram os esperados pois o Rui Rio ganhou as eleições.
    Ora a Benfica TV quebrou este monopólio, a Olivedesportos e a sport tv já não eram as únicas empresas no mercado, e devido ao sucesso da Benfica TV e do seu elevado número de adeptos), a Olivedesportos e a sport tv começaram a apresentar resultados financeiros negativos (prejuízo), por perda de receitas devidos á perda de clientes.
    Num programa da SIC quem se lembra de o Rui Gomes da Silva defender o projeto da Benfica TV e os outros dois como por exemplo o Aguiar a dizer que o Benfica ainda viria a pedir de joelhos dinheiro ao Joaquim de oliveira, pois é, quem é que pediu dinheiro? Quem é começou a apresentar prejuízos?

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  5. Projetos do Benfica e decisões estratégicas – parte 4
    Antes de o Benfica conseguir transmitir os seus próprios jogos, ainda existiram batalhas nos bastidores, com várias operadoras, na altura ZON, PT e a sport tv, a juntarem-se para tentar impedir que o Benfica tivesse onde distribuir os seus jogos de um lado e do outro lado a Cabovisão, Vodafone e metade dos clubes da liga e o Benfica, para acabar com o monopólio da sport tv/Olivedesportos, com o antigo presidente da liga Mário Figueiredo a liderar o processo, de lembrar quando ele foi à assembleia da república falar de várias situações negativas que se passavam no futebol em Portugal.
    Tendo o assunto ficado resolvido, quando a autoridade da concorrência decidiu favoravelmente não permitindo o monopólio da sport tv/Olivedesportos.
    Não esquecer um deputado que inclusive, vinha ao programa “Lanças apontadas”, Manuel Seabra”, que chegou a dizer que para o Benfica para ganhar o campeonato, precisava de ter 20 pontos de avanço do porto, que era para compensar os pontos roubados, que entre outros deputados tiveram importância para que esta situação das transmissões e o Benfica poder transmitir os jogos na Benfica TV, sendo que da parte dos nossos “inimigos” sempre foi um objetivo o de impedir o Benfica de transmitir os seus jogos inclusive alegando falta de isenção para o poder fazer, quando é sobejamente conhecido a falta de isenção de canais como a sport tv, que até tem dificuldade em mostrar os adeptos do Benfica, mostrando os outros e não os nossos, e os comentários são uma vergonha.

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  6. Projetos do Benfica e decisões estratégicas – parte 5
    A seguir coloco dois artigos para constatar estas e outras situações.
    Artigo do jornal de Negócios, transcrito na íntegra para relembrar situações passadas.
    “Liga de clubes admite queixa na UE contra controlo da Sport TV por PT e Zon
    O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) admitiu hoje avançar com uma queixa em Bruxelas contra o controlo conjunto da Sport TV pela Portugal Telecom (PT) e pela Zon.
    Lusa 18 de junho de 2013 às 16:13
    Mário Figueiredo teve hoje uma audiência, a seu pedido, com os deputados da Comissão para a Ética, a Cidadania e Comunicação, onde apresentou as preocupações da Liga de clubes em relação ao controlo conjunto da Sport TV pela PT e Zon, já que considera que tal irá prejudicar a concorrência nos direitos televisivos de transmissão dos jogos.
    Em entrevista à Lusa, em Março último, Mário Figueiredo tinha avançado que a LPFP opunha-se à operação de concentração, decorrente da aquisição de controlo conjunto das sociedades Sport TV, Sportinveste Multimédia e PPTV, por parte da Zon e da PT à Controlinveste Media, que foi notificada à Autoridade da Concorrência (AdC) a 14 de março.
    Além disso, a LPFP já tinha apresentado uma queixa à AdC, a 15 de outubro de 2012, na Concorrência, sobre posição dominante em relação à mesma matéria.
    No final da audiência com os deputados, em declarações aos jornalistas, o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional disse que esteve a analisar as contas "destes dois colossos das telecomunicações", a PT e Zon, que "detém 90% do mercado".
    E nesse sentido, "dei hoje instruções ao nosso grupo de juristas para analisarmos a possibilidade de apresentarmos queixa em Bruxelas sobre este projeto de fusão".
    Ou seja, "estamos a ponderar entregar uma queixa em Bruxelas", disse.

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  7. Projetos do Benfica e decisões estratégicas – parte 6
    Sobre o encontro com os deputados, que manifestaram preocupação face às questões levantadas por Mário Figueiredo, o líder da Liga de clubes disse que o objectivo foi "dar conta da posição" da entidade em relação à operação de concentração que coloca a PT e a Zon como accionistas da Sport TV, que tem os direitos televisivos dos jogos de futebol em Portugal.
    "Entendo que neste momento estamos a discutir num patamar diferente, não estão só em causa os direitos económicos do futebol", razão pela qual a LPFP se reuniu com a Comissão para a Ética, a Cidadania e Comunicação.
    "Estando cada vez mais as fontes da comunicação a concentrarem-se nos mercados de telecomunicações e os suportes físicos a tenderem ter menos impacto na informação que temos, estou a olhar com preocupação o pacto de não-concorrência entre duas empresas que controlam 90% do que consumimos, em média", disse.
    A PT, através do Meo, tem uma oferta de '4play', que inclui televisão, internet, telemóvel e telefone fixo, tendo a Zon seguido a mesma tendência.
    Em termos de televisão paga em Portugal, a Meo e a Zon controlam o mercado.
    Durante a sua audiência com os deputados, Mário Figueiredo disse que a PT e a Zon têm uma espécie de "Tratado de Tordesilhas", uma "cláusula confidencial de não-concorrência" que pode pôr em causa a liberdade de expressão.
    Questionou ainda "qual é a liberdade que os jornalistas têm em afrontar" estas duas empresas.
    Lembrou ainda que a Zon está em processo de fusão com a Optimus, da Sonaecom, o que reduz o número de atores no mercado da transmissão de jogos de futebol.
    No processo de controlo da Sport TV pela PT e Zon, Mário Figueiredo disse que a Cabovisão, Vodafone, metade dos clubes da Liga, bem como o Benfica, opuseram-se à concentração.
    O presidente da LPFP considerou ainda que o Benfica "é o único clube que tem condições económicas e financeiras para romper com o monopólio", tendo sugerido aos deputados da Comissão para a Ética, a Cidadania e Comunicação que ouvissem o clube sobre este tema.
    No processo de concentração, a PT e a Zon passam a deter 25% cada da Sport TV, ficando os restantes 50% nas mãos da Sportinveste, de Joaquim Oliveira.
    Anteriormente, a Sport TV era detida em 50% pela Zon e a outra metade pela Sportinveste.”

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  8. Projetos do Benfica e decisões estratégicas – parte 7
    Não é de admirar que o j. marques diretor de comunicação do porto, envolva o antigo presidente da liga de clubes Mário Figueiredo, no caso dos emails, todos os que vão contra os interesses do porto são atacados e acusados na praça publica.
    Parte de um artigo do Expresso, para constatar a situação anteriormente descrita.
    Este estudo que a seguir é apresentado, foi pedido por Mário Figueiredo, na altura presidente da Liga.
    “Um estudo premonitório da Liga
    Curiosamente, a guerra a que o mercado de direitos televisivos está a assistir neste momento já tinha sido antecipada como provável. Em 2012, um estudo encomendado pela direção da Liga de Clubes - então liderada por Mário Figueiredo - tinha já previsto que os clubes portugueses seriam os principais beneficiados por uma eventual entrada em campo dos operadores de telecomunicações na disputa pelos direitos de emissão de futebol.
    Segundo esse documento, o valor do mercado português de direitos de futebol, que então se situava na ordem dos 90 milhões de euros, poderia disparar para mais de 170 milhões com esse acréscimo de concorrência.
    Na base deste cálculo - feito pela consultora Oliver & Ohlbaum Associates - estava a convicção de que o panorama até então vigente, e que se sustentava no domínio do mercado pela Olivedesportos de Joaquim Oliveira, não poderia manter-se, por razões legais. E que quebradas as barreiras contratuais que impediam a entrada de novos operadores neste mercado, a competição por estes conteúdos faria naturalmente subir o preço do mercado. Nomeadamente se, como indicava o estudo, os operadores de telecomunicações entrassem em campo para disputar diretamente a compra destes conteúdos.

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  9. Projetos do Benfica e decisões estratégicas – parte 8
    “Se uma plataforma, como por exemplo a Portugal Telecom, decidir comprar os direitos para usá-los de forma exclusiva na sua plataforma de televisão” e assim suscitar a migração de clientes de outros operadores concorrentes, isto “aumentaria o valor do mercado doméstico para 123 milhões de euros por ano”, referia o estudo.
    Numa análise premonitória, o estudo antecipava mesmo que “se a Portugal Telecom seguir uma estratégia destas” a ZON (que entretanto deu origem à NOS) “pode ter de defender-se”. O que está de facto a acontecer agora.
    Segundo as estimativas então feitas pela Oliver & Ohlbaum, esta concorrência na disputa pelos direitos, acrescida da negociação de acordos comerciais e da negociação de direitos para emissão noutros países e em suportes multimédia poderia aumentar o valor total do mercado para perto dos 150 milhões por ano. E com margem para crescer ainda mais, consoante a evolução do mercado de telecomunicações e do mercado publicitário.
    No melhor dos cenários, a consultora entendia que o valor dos direitos televisivos poderia crescer para “os 172 milhões de euros na época 2017/18”, se “o mercado publicitário crescer e a Liga de futebol for um conteúdo chave para a escolha dos consumidores em relação à sua subscrição de Pay TV”.

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  10. Projetos do Benfica e decisões estratégicas – parte 9

    Centralização comprometida
    O estudo então divulgado sustentou parte da contestação legal feita pela direção da Liga de Mário Figueiredo à Olivedesportos de Joaquim Oliveira. Em causa estava o papel do empresário (que detém a SportTV a 50% com a NOS) na compra, intermediação, revenda e emissão dos direitos dos jogos das Ligas profissionais portuguesas. A esse respeito, aliás, Figueiredo invocava números que sustentavam que entre 2008 e 2010, os direitos dos jogos dos clubes movimentaram cerca de 90 milhões de euros, dos quais apenas 60 milhões entraram nos cofres dos clubes.
    O facto de a Olivedesportos ter criado uma rede de contratos de longa duração com os clubes, com termo assimétrico ao longo dos anos e com cláusulas de preferência para a renovação dos vínculos eram os grandes obstáculos à entrada de concorrentes neste mercado. E também à eventual negociação centralizada dos direitos de todos os clubes, uma situação que Figueiredo defendia que permitiria aumentar o valor conjunto do mercado, face aos encaixes recebidos por cada clube através da negociação individual dos seus contratos.
    As queixas entretanto entregues pela Liga à Autoridade da Concorrência sobre este assunto - por alegado monopólio e obstrução à concorrência - , levaram a Olivedesportos a assumir de forma voluntária a renegociação de contratos com durações inferiores com os clubes, com termo nos mesmos anos e com a supressão das cláusulas de preferência. Estes novos contratos assinados pela Olivedesportos com a maioria dos clubes profissionais em Portugal têm vigência até ao final da temporada 2017/18.

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  11. Projetos do Benfica e decisões estratégicas – parte 10
    Foi este horizonte temporal que esteve na cabeça do novo presidente da Liga de Clubes, Pedro Proença, quando assumiu como um dos grandes objetivos do seu mandato a negociação em bloco dos direitos de TV de todos os clubes. Mas para isso era necessário conjugar duas coisas que se revelaram impossíveis: primeiro, criar consensos para um acordo entre Benfica, FC Porto e Sporting para o modelo de repartição das receitas; depois, convencer o Benfica - que é o único clube sem contrato em vigor com a Olivedesportos e a SportTV - a negociar os seus direitos de forma conjunta.
    Se existiam já fundamentadas dúvidas sobre a viabilidade dessa negociação centralizada destes direitos, as últimas semanas foram decisivas para assinar a certidão de óbito dessa ideia. O novo posicionamento do MEO - agora detido pelos franceses da Altice - na tentativa de comprar conteúdos em regime de exclusividade foi o primeiro passo nesse sentido. A resposta da NOS e a confirmação do acordo com o Benfica fez o resto.
    A partir daqui, seja qual for o desfecho desta corrida a dois, este será seguramente um rombo para a estratégia da Liga de Clubes, que reconhece que a ideia da centralização morre a partir do momento em que o Benfica e outros clubes estão a negociar em nome individual com as operadores. No entanto, o Expresso sabe que o organismo continua a estar disponível para uma negociação centralizada. Isto, porque, no bolo total dos direitos da Liga estão, por exemplo, a publicidade e as plataformas digitais. Pedro Proença estaria disposto a ajudar os clubes mais pequenos a negociar estes pacotes à margem dos direitos de transmissão televisivos.”

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  12. Projetos do Benfica e decisões estratégicas – parte 11
    Como diz este artigo e bem, o objetivo do novo presidente da liga pedro proença era a centralização dos direitos televisivos, e foi no meu entender, que por isso o presidente do Benfica se antecipou e chegou a acordo antes dos demais.
    Quanto ao acordo em si e aos valores, faz-se a pergunta se é um bom acordo?
    Para mim o principal defeito deste acordo, é ter na NOS, ainda a presença de indivíduos como Joaquim de oliveira por terem uma participação conjunta na sport tv, e oposição do da sport tv ao Benfica é por demais evidente, seja nos comentários nas transmissões pouco isentas em tentam mostrar o que lhes interessa durante os jogos, até ao ponto como no estádio do porco não mostrar os adeptos do Benfica como se eles não estivessem lá, pois foi “o Lisandro que os fod**”, eu nunca vou aderir á sport tv enquanto o Joaquim de oliveira for dono e outros como ele, nem um euro para essa gente.
    Viu-se que a preocupação da NOS era chegar a acordo com as outras operadoras para assim deixar o Benfica na situação de não poder escolher outra operadora, por todas dividirem os custos do acordo deles com o Benfica, considerando que deixaram o Benfica isolado.
    Quanto ao valor do contrato é verdade que o do Benfica tem menos itens e é por menos tempo, logo em comparação com os outros o valor pode não ser tão mau como parece à primeira vista, mas a verdade é que bom não é, e se fosse o Benfica não o queria negociar, logo de imediato.
    Então o que é que este contrato tem de pior?
    Este contrato possibilitou ao falido sportig e porto irem buscar dinheiro onde antes não o tinham, onde antes não tinham patrocinador para as camisolas passaram-no a ter, e quem lho deu foi o Benfica, que até se gabava do seu contrato com a Emirates e que os outros estavam sem patrocinador.

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  13. Projetos do Benfica e decisões estratégicas – parte 12
    Outra coisa negativa, foi possibilitar ao Joaquim oliveira voltar a levantar-se e ele sim estava de joelhos.
    Então tudo está mal?
    Não, de todo, e o que está mal pode resolver-se e ficar bem (á Benfica), como?
    O Benfica já disse que quer renegociar, mas para mim e como toda a gente sabe parte da solução está na duração dos contratos (3 anos), e volta à baila a autoridade da concorrência, que ainda não se pronunciou (porque será?) e como no passado foi esta situação que fez tombar joaquim de oliveira e na altura a sua todo poderosa Olivedesportos, já uma amostra do que foi e do poder que teve, mas como sempre ainda não desapareceu totalmente e convém nestes casos antes de se cantar vitória ver se o “bicho” está mesmo morto, se não é como nos filmes e o “vilão” quando o “herói”, está de costas vê-se, em perigo, quando o que se quer é um final feliz.
    O Benfica não deve pôr de parte nenhuma situação, e isso inclui findo o período de três anos, o de mudar.
    Mas mudar o quê?
    Tudo, se for necessário e isso inclui de parceria com a NOS, pois a situação na altura em que o presidente do Benfica assinou o contrato era diferente da atual, e isso não pode e não deve ser considerado como uma situação negativa de todo e qualquer ângulo, cabe ao presidente do Benfica procurar o que é melhor para o seu/nosso clube, e se necessário outra parceria que não esta, e não ficar agarrado a este contrato só para não dizer que não se enganou, isso sim seria incorreto.
    Na altura 40 milhões/ano como média, poderia fazer sentido, o Benfica sabia quanto recebia de lucro da BTV e os valores de contrato de outros clubes e oferecidos ao Benfica eram de metade deste valor, logo e por o Benfica ter metade do mercado este poderia ser um valor “bom”, mas como os outros conseguiram valores similares este valor é nitidamente insuficiente tendo em conta a dimensão do Benfica.

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  14. Projetos do Benfica e decisões estratégicas – parte 13
    Há mas agora a NOS já tem contrato com as outras operadoras para dividir as despesas deste contrato, “balelas”, tudo pode ser mudado.
    Para mim uma situação de exclusividade era a melhor, isto é, dos clubes ditos grandes, sermos os únicos a ter contrato com essa operadora, isto pode ser uma situação muito aliciante especialmente para as operadoras que querem crescer e têm menos assinantes, lembremo-nos da antiga MEO quando surgiu a ter em exclusividade o canal Benfica, esta cresceu muito mais rapidamente que a concorrência e tirou clientes principalmente a NOS, acredito que a Altice gostaria de ser a maior operadora em Portugal., mas a Vodafone apesar de em Portugal ser mais pequena, é maior que as outras no espaço europeu.
    Também veria com bons olhos a entrada do maior operador mundial do setor, que é uma empresa chinesa, que inclusive poderia comprar a NOS e ser patrocinador do “naming” do estádio.
    Mas se tal não for possível pode na mesma escolher-se a melhor para uma futura parceria, pois os três anos estão quase a passar.
    Também existem outras possibilidades, e uma ideia que eu tenho é que devido ao elevado número de adeptos que o Benfica tem e devido ao isolamento que tem em termos de comunicação social.

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  15. Projetos do Benfica e decisões estratégicas – parte 14
    Pertencente a grupos económicos que têm cor clubística, como por exemplo é o Joaquim de oliveira (Gobal Media Group que contola jornais como JN, DN,jogo,TSF ,tem também parte de Olivedesportos, Sport tv, etc.).
    Alvaro sobrinho, a Newshold é detentora do jornal Sol e do jornal i. Tem uma quota na Cofina, que é dona do Correio da Manhã, o canal CMTV, assim como o Jornal de Negócios e a revista Sábado, sendo também o maior acionista privado do sporting.
    Como disse podem existir outras possibilidades uma que poderia ser interessante estudar e como a Altice quer ser dona da TVI através da compra da Media Capital, poderia passar por ser a nova parceria do Benfica.
    Os canais ditos públicos tem outras formas de financiamento que os canais da cabo, que passam principalmente pelo dinheiro da publicidade através de grandes audiências, ora o Benfica como disse anteriormente trás consigo grande fatia do mercado, muito superior ao número de assinantes da Benfica TV, neste caso seriam milhões de telespectadores, e como o financiamento é a publicidade e como a audiência seria brutal, logo financeiramente os valores seriam muito superiores, e como o Benfica ao contrário dos outros tem sempre conseguido arranjar patrocinadores, seria também possível arranjar um patrocínio de peso como uma gasolineira (Repsol ou Galp), para patrocinar estes jogos.
    Como se processaria ou qual seria o modo de pagamento ao Benfica, isso poderia ter vários modelos, poderia passar por ser o modelo clássico com um valor fixo pré-estabelecido ou não, podendo ser inclusive um modelo variável em que algumas das variáveis seriam o crescimento no operador mo mercado português ou ser só o “sharing” nas audiências ou ser o dinheiro do próprio patrocínio a ser parte do pagamento, isto é as possibilidades seriam enormes e variadas, há uma situação que poderia ser interessante de juntar este tipo de modelo que é o de passar por o Benfica ter participação (isto é ser também dono) de uma percentagem do canal/empresa, por exemplo 10% (se a Média Capital teria um valor aproximado de venda de 400 milhões, 10% seriam 40 logo equivalente a um ano de transmissões, é caso para dizer poderia ser o meio de pagamento) , isto aconteceria devido ao descrito anteriormente, ou seja, devido ao dito isolamento do clube na comunicação social, passando a ter deste modo uma importante ferramenta de informação aos benfiquistas e desintoxicação da opinião publica.

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  16. Projetos do Benfica e decisões estratégicas – parte 15
    Podendo inclusive poder dispor de jornalistas da Benfica TV, na TVI e não me refiro aos que por lá aparecem, mas sim a mudar a politica do canal que ao invés de ser de anti-benfiquismo seria de perfeita normalidade no espectro português e também por isso teria grandes audiências e sucesso garantido, além de as pessoas estarem saturadas dos canais portugueses e dos pinas e serrões e dos sousa martins que por lá andam e eu falo por mim que deixei de assistir esses programas e passar a ter ver canais estrangeiros, aliás poderiam fazer uma espécie de lanças apontadas, seria fantástico.
    O Benfica continuaria a ter a Benfica TV, na cabo como as modalidades e restantes programas.
    Isto seria uma enorme decisão estratégica a par de que foi a criação da Benfica TV, o Benfica não deve deixar o pedro proença deixar fazer a centralização dos direitos de televisão, isso como o que tem vindo deste e dos outros iguais será prejudicial para o Benfica.
    Antes de o Benfica ter um canal eu como muitos benfiquistas queriam que isso se tornasse uma realidade, por isso ter acontecido estou grato mas como o presidente sabe os benfiquistas querem sempre mais, não por ser ganancioso mas para dar a este clube centenário a situação que merece, que é a de sobretudo a de ser respeitado e a de poder ganhar de forma livre, que não tem acontecido principalmente durante os anos de apito dourado, que por isso mesmo levam a que o Benfica procure novas situações para encontrar o seu caminho para o sucesso.
    Da mesma maneira que a construção do Seixal hoje é uma realidade, outros projetos têm vindo a tomar forma um que será igualmente bem-sucedido será o centro de alto rendimento para as modalidades que será o “Seixal” das modalidades.
    Os projetos do Benfica são muitos e como a “conversa” já vai longa, saudações benfiquistas.
    CUMPS

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